segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O meu final para a história - Flavio

Eles esqueceram o esquilo e depois foram tirar mais fotografias ao interior do cogumelo.
Quando lá chegaram, a porta estava fechada, o Roberto pegou num pau e empurrou a portinha e viu que alguém estava na cadeira de baloiço, coberto com uma mantinha de lã, a ver televisão.
O gnomo perguntou-lhe se ele queria entrar e claro que ele queria entrar, mas como? O roberto perguntou ao gnomo como é que eles iam entrar, se eram tão grandes e ele respondeu:
— Vocês vão entrar com a experiencia que eu ando a trabalhar.
Eles entraram e a casa dele tinha uma cozinha, uma casa de banho, uma sala e um quarto.
O Roberto pensava que estava a sonhar mas não está. Aquela pessoa pequenina era um gnomo.
Depois dai o Roberto começou a acreditar em gnomos. E eles ficaram a ser belos amigos e todos os dias o Roberto e o Alfaiate visitavam o gnomo. Ele só o ia visitar todos os dias porque ele ia ajudar o pai a cortar lenha. Porque, se assim não fosse, ele não ia todos os dias mas sim dois dias por semana: ao Sábado e ao Domingo.
Mas ele vai sete dias por semana.

Graus de adjectivos

 Superlativo relativo de superioridade
O Roberto é o mais curioso.
Superlativo relativo de Inferioridade
O Roberto é o menos curioso.
Curioso (grau normal)
Superlativo
 O Roberto é curioso.
Superlativo absoluto sintético
O Roberto é curiosíssimo.
Superlativo absoluto analítico
O Roberto é muito curioso. 
Comparativo
Comparativo de superioridade
O Roberto é mais curioso do que eu.
Comparativo de igualdade
O Roberto é tão curioso como eu.
Comparativo de inferioridade
O Roberto é menos curioso do que eu.

O meu final da para a história - Marta

Mas ao voltar para o cogumelo, a porta já estava fechada à chave. E o Roberto bateu à porta e alguém abriu. Quando a porta se abriu o Roberto baixou-se e viu uma pessoa muito pequenina. Era um gnomo.

O Roberto estranhou muito o tamanho daquela pessoa, mas apenas sorriu porque o gnomo logo convidou o Roberto e o Alfaiate para entrarem em sua casa.

Mas o menino e o cão eram muito grandes, não podiam caber na casinha cogumelo.

O gnomo era cientista e inventou um pozinho mágico que era para diminuir as pessoas. Entrou em casa e, quando voltou, trazia na mão um frasquinho e dentro dele um pozinho dourado que espalhou no ar.

O menino e o cão ficaram do tamanho do gnomo, entraram e o Roberto perguntou-lhe:

- Tu és mesmo um gnomo?

E o gnomo respondeu-lhe e perguntou-lhe:

- Sim sou. Porquê? Tu não acreditas em gnomos?

- Não, eu não acredito.

- Mas acredita. Gnomos existem.

O gnomo foi-lhes mostrar o resto do cogumelo por dentro.

Quando saíram do cogumelo o gnomo pôs-lhes outro pozinho em cima, que era para eles voltarem ao tamanho normal.

E então a partir desse dia, o Roberto, no fim das aulas, ia sempre brincar com o gnomo.

O meu final para a história - Inês

Quando o Roberto voltou para espreitar pela portinha, ouviu uma vozinha e aproximou-se. Pensou que era uma formiga mas era alguém muito pequenino que disse:
– Queres ver a minha casa?
E o Roberto respondeu com uma pergunta:
– Quem és tu?
– Sou um gnomo, Claro! E vivo no cogumelo que espreitavas. Mas, queres ver a minha casa, ou não?
– Gostava muito, mas sou muito alto! Só posso espreitar.
E o gnomo disse:
– Mas eu sou cientista e inventei uma poção mágica que faz com que as pessoas encolham!
O Roberto tomou-a e ficou do tamanho do gnomo.
O menino entrou na casa e achou-a muito bonita e acolhedora.
Mas o tempo passou depressa e, cheio de pressa, o Roberto disse:
– Podes pôr-me no meu tamanho? Tenho de ir embora pois o meu cãozinho está à minha espera.
O gnomo voltou a pôr o Roberto no seu tamanho, com a promessa que voltariam a ver-se e seriam amigos

domingo, 30 de janeiro de 2011

Avó e neta

No jardim, avó e neta caminhavam lado a lado. Sara, uma menina muito linda e com nove anos, disse:
- Avó, na escola falámos do esqueleto…
- Gostas de frango no espeto? – perguntou a avó Celeste que era uma pouca surda.
- Não, avó! Falámos do esqueleto que é formado por duzentos e seis ossos. E há ossos com nomes esquisitos: clavícula, omoplata…
- O teu cão partiu a pata?! Coitadinho!...
- O… mo… pla… ta! – gritou Sara aos ouvidos da avó.
- Ah! Queres uma bata? Eu compro-ta, minha filha!
A certa altura, aproximou-se o pai de Sara.
- Pai, já sei que o esqueleto tem várias funções: dá forma ao corpo, fabrica os glóbulos do sangue, serve para nos movimentarmos…
-É para nos sentarmos? – perguntou a avó.
- Ó mãe, francamente! – exclamou o pai da Sara.
- Estás contente meu filho? Ainda bem! A Sarinha é boa menina. Cuida bem dela! Olha, dá-lhe dois copos de leite por dia para os ossos dela terem muito cálcio - afirmou a avó.

Retirado de ...

sábado, 29 de janeiro de 2011

O cientista maluco

Era uma vez um cientista que só inventava poções malucas e não fazia nada de jeito. Quer dizer... tirando as poções mágicas!
O pozinho mágico de encolher e uma bebida energética foram duas grandes descobertas.
Quando experimentou o pozinho mágico também correu mal porque para experimentar tinha de deitar num copo com agua. O Mágico bebeu e diminuiu.
E depois, com a bebida energética que ele bebeu ficou todo energético e ficou todo em pulgas.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Um ninho

Um casal de rolas começou a construir um ninho numa das árvores da nossa escola. Foi o Pedro quem o descobriu e logo deu a notícia. Agora, a criançada anda toda entusiasmada e decidida em acompanhar esta novidade.
Para já ... começa a aparecer uma prateleirinha de palhiço num dos ramos da tília e o casal poisa frequentemente, mesmo em frente às nossas janelas.

O menino que não acreditava em gnomos-Flávio


Era uma vez um menino chamado Roberto que tem olhos azuis, é magro e tem oito anos. Ele vive com os pais, a sua imã mais nova e o seu cão que se chama Alfaiate porque a mãe do Roberto é costureira.
O seu pai é lenhador e um dia, o Roberto foi a floresta e levou a sua máquina fotográfica para tirar aos animais que encontrasse.
Pelo caminho ele encontrou pássaros, lobos, macacos, leões, kualas, cangurus e elefantes e, como sempre, o Alfaiate seguiu-o a brincar com uma bola de ténis na boca.
Depois ele guardou a máquina fotográfica no bolso das calças e foi ajudar o pai a cortar lenha e a brincar com o cão.
Quando acabou de ajudar o pai e de brincar foi para casa com o pai e no caminho viu um gnomo.
Pensava que estava a sonhar… e estava mesmo!
Quando chegou a casa a mãe dele tinha feito um bolo e a irmã disse:
- Roberto acredita em gnomos. Olha a um gnomo nos cogumelos da horta da mãe.
- Estás a delirar de certeza, maninha! Achas mesmo que existem gnomos maninhos? Claro que não!
- Claro que há. Eu entrei em casa dele e é muito grande e bonita. E tem uma porta e uma chaminé. Ele chama-se Fábio e é cientista, tem uma mulher chamada Adriana e um filho que se chama Martim.
O Roberto foi ver e não havia ninguém.
- Mas eu vi!
- Olha! Estás a ver ali fumo?
- Fumo branco!
- Ai pois é, maninha.
- Mas só estamos a sonhar, maninha muito fofinha. Já te disse mais de uma vez que não existem gnomos. Vamos acabar com isto.
Mas passadas algumas semanas, a irmã começou a falar disso e disse:
- Roberto, queres vir comigo a cidade dos gnomos?
- Claro que não! Eles não existem.
- Claro que existem.
- Não, não existem.
- Mas só para to te calares eu vou! Deixa-me só vestir - e põe-te na rua. Não era só o que faltava!
- Olha, que horas são? – E os pais já tão levantados?
- Sim já tão levantados! Porque?
- Era só para saber!
- Então eu vou indo!
Depois o Roberto foi ter com a sua maninha.
Mas a sua irmã não sabia qual era um cogumelo. E o Roberto disse:
- Como não há nada, eu vou ajudar o Papy a cortar lenha.
E ele lá foi ajudar o Papy e levou o Alfaiate para depois brincar um bocadinho. Quando ele chegou a floresta o papy ensinou-o a cortar lenha, porque o Roberto não sabia cortar lenha.
E desta vez o Alfaiate veio a brincar com um farrapito da sala de costura da mãe.
Passado uns minutos o Roberto foi brincar com o Alfaiate com uma bola de ténis mas, sem querer, o Roberto mandou para uma Janela da casa onde o pai guardava a sua lenha. O pai zangou-se muito porque podiam roubar-lhe a lenha e o Roberto ficou de castigo durante uma semana. O pai levou-o para casa e disse à mãe que ele estava de castigo durante uma semana.
Depois o Roberto foi à horta da mãe e viu um gnomo e disse:
- És um gnomo?
- Sim, sou um gnomo!
- Em que cogumelo moras?
- Neste aqui!
- Este branco às manchas laranjas, com uma portinha e uma chaminezinha?
- Sim, esse mesmo!
O Roberto pensava mesmo que estava a sonhar. Mas não estava a sonhar. Se não estou a sonhar então isto é realidade!
- Queres entrar?
- Sim, quero!
- Mas como é que eu vou entrar?
- Eu vou deitar-te um pó que encolhe humanos. Em que eu ando a trabalhar no meu laboratório e assim eu posso experimentar a ver se dá. Vem.
- Mas tu és cientista ou o quê?
- Sim eu sou cientista!
- Então vamos lá. Entra?
- Sim, vamos!
Eles entraram na casa do Fábio e o Roberto viu uma lareira, uma cadeira de baloiçar, uma cama, um fogão, um frigorifico, um lavatório para lavar a louça, uma máquina de lavar louça, um microondas, uma sanita, uma banheira e um lavatório para lavar as mãos.
O Roberto, quando entrou, pensava que estava a sonhar com aquilo que estava a ver nas coisas que tinha lá dentro e cá fora.
E todos os dias o Roberto e o Alfaiate visitavam o gnomo. Ele só o ia visitar todos os dias porque ele ia ajudar o pai a cortar lenha porque, se não, ele não ia todos os dias mas sim dois dias por semana, ao Domingo e ao Sábado. Mas ele vai 7 dias por semana.
Quando ele chegava a casa já era muito, mas muito tarde.

(revisto)

Reciclagem, o dragão do ambiente

Era uma vez um dragão do ambiente chamado Reciclagem que, por onde passava, não soprava fogo mas sim ajudantes do ambiente.
Um dia o Reciclagem voou para longe e, passando três meses, o dragão regressou ao seu país.
– Quando chegar ao meu país espero que tudo esteja limpo. – pensou o Reciclagem. – Mas o que é que eu estou para aqui a dizer? Claro que ele vai estar limpo.
Mas quando chegou ao seu país abriu os olhos e teve uma grande desilusão. Estava tudo uma autêntica poluição. O Reciclagem perguntou a um amigo o que se passava e ele disse:
– Quando tu te foste embora este país foi atacado pelos ogres da poluição!
O Reciclagem tentou pôr tudo como estava, mas não conseguiu.
No pais que visitou, o Reciclagem conheceu um amigo, o Reutilizador e foi lá busca-lo para o ajudar.
Chama os teus amigos para nos ajudar! – disse o Reciclagem.
Ok! Às suas ordens, meu mestre. – disse o Reutilizador. – Trabalhamos todos em conjunto e vamos conseguir tirar a poluição do teu país.
E assim aconteceu.
– Agora vamos ensinar aos ogres da poluição a não fazer mal ao ambiente. – disse o Reutilizador.
E explicaram que a poluição era muito má para o ambiente. Mas como eles eram ogres, continuaram a fazer mal.
– Tive uma ideia! – disse o Reciclagem.
– Vamos construir um sitio só para a lixeira e vocês podem brincar com o lixo.
– Vamos lá.
O Reutilizador foi-se embora com os seus amigos e o Reciclagem continuou a cuidar do seu país que ficou  a ser um lugar muito limpo.
Quanto aos ogres ficaram muito felizes, lá na lixeira, e aprenderam a organizar o lixo. Agora chamam-lhe ECOCENTRO, separam o lixo e aproveitam todos os materiais.
João Carlos, Pedro e Patrícia

Eu vi um ninho

Era uma vez um rapaz chamado Pedro.
Um dia o Pedro estava entretido a ler um livro quando ouviu algo que lhe pareceu estranho. Espreitou pela janela e viu um ninho de rolas. O Pedro foi contar ao seu vizinho João.
- João! Anda a minha casa! – disse o Pedro .
- Ok! Disse o João. – Mas afinal o que é que me queres mostrar?
- Espera!...
Quando chegaram a casa do Pedro, o João disse:
- Já me podes mostrar a tal coisa?
- Sim! Olha para cima! O João olhou e ficou espantado. Era magnifico! Um ninho de rolas!
- É lindo! O Pedro tinha uma casa na árvore, numa árvore perto do ninho de rolas. Subiram as escadas.
- João, eu tenho uns binóculos ali!
- Fixe!
Pegaram nos binóculos e espiaram as rolas e por fim os ovos racharam e os passarinhos nasceram.
O Pedro e o João tiraram algumas fotografias e foram mostrar aos seus pais. E todos os anos nasciam mais rolas naquela árvore.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Calendário

Trinta dias tem Novembro,
Abril, Junho e Setembro.
Vinte e oito terá um.
Todos os mais, trinta e um.

ou

Trinta dias tem Novembro,
Abril, Junho e Setembro.
Com vinte e oito só há um.
Os outros têm trinta e um.

Cadavre Exquis

Com base no tema "INVERNO" escrevemos os seguintes textos:

Texto 1
Era uma vez um rapaz chamado João. E um dia, o João disse à sua mãe que não gostava do Inverno.
Porquê? – Disse a mãe do João.
O João respondeu-lhe que não gostava do inverno porque não se podia brincar.
A sua mãe disse-lhe que o inverno era bom. (João Carlos) O Verão disse que não era bom o Inverno, pois era frio e …“Eu tenho calor e tu não!”.
Os dois foram-se embora, o inverno continuou a fazer muito frio (Catarina) e as pessoas agasalham-se quando saem de casa e de outros edifícios. (Simão Vilaça) Os edifícios eram grandes e à beira tinham casas grandes e carros a passar e à frente estava um cão com uma mulher (Diana) muito bonita com um chapéu, uns sapatos, um vestido e uns óculos de sol. A mulher chamava-se Marisa. Ela saía sempre com um homem chamado Gonçalo. Saíam sempre de carro ou de mota. O Gonçalo andava no futebol e no ciclismo. (Flávio) Depois, foram ao parque para ver as árvores e brincar.
No dia seguinte, ficaram em casa porque estava frio, mas quando o tempo acalmou foram jogar à bola e logo começou a nevar e eles ficaram muito felizes. (João Miguel)

Texto 2
Era uma vez o Sr. Inverno. Ele era muito frio, mas muito divertido. Tapava tudo de branco e fazia dormir vários animais, como por exemplo, o urso,( Pedro) o esquilo que se esconde nas árvores, …
As árvores que estão despidas e as folhinhas caídas no chão. (Verónica) Na Floresta havia uma árvore nua rodeada de folhas caídas no chão. (Joana) No chão cheio de neve, o vento soprava fortemente. Um menino, com um gorro e cachecol bem quentinho, Foi ao seu jardim para fazer um lindo boneco de neve com sete botões e um chapéu. (Margarida) Porque os chapéus são para o Inverno. Os botões são para a camisola. Porque o chapéu e a camisola são para o Inverno. (David)

Texto 3
No Inverno as folhas já estão no chão porque o Outono já as deitou ao chão e, por isso, as árvores já estão despidas, é muito frio nesta estação do ano e as pessoas estão sempre em casa com a lareira acesa. (Nuno) Está alguém lá à beira, sentado numa cadeira de baloiço, bem quentinho. (Simão Pedro) Foi lá para fora, sentiu-se com muito frio mas quis continuar. Quando o Inverno continuou, ele desta vez quis ir para casa. (Márcia)
Há tempestades no Inverno em que temos de ficar em casa. No Inverno também há sol mas as manhãs são frias. (André)
Os tempos do Inverno são muito frios porque às vezes chove, outras vezes cai neve e há dias muito frios. As árvores estão despidas e as folhas estão na relva. (Patrícia)



terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O meu final para a história - Margarida

O Roberto, com o seu cão, regressou a casa para ver as fotografias do cogumelo misterioso e numa delas viu uma coisa estranha, chamou a sua irmã mais nova para ver o que era aquilo e a irmã logo disse que era um gnomo, mas o Roberto não acreditou. A irmã voltou a insistir, e a insistir...
E o Roberto disse:
– Amanhã tu vais comigo e com o Alfaiate à floresta, vou levar-te ao cogumelo.
E a irmã disse:
– Está bem, vou provar-te que aquilo é um gnomo.
E na manhã seguinte lá foram eles. A irmã do Roberto estava ansiosa por ver o cogumelo de que tanto o irmão tinha falado e pouco depois chegaram ao cogumelo.
A irmã do Roberto disse:
– Abre a portinha…Abre!!!
O Roberto abriu a porta e viu um gnomo deitado na cadeira de baloiço em frente da lareira, com a mantinha de lã a cobrir as perninhas. E ouvia-se o ruído .. zet! zet!... do baloiço da cadeira.
O Roberto de tão espantado que estava, nem quis acreditar no que os seus olhos viam.
A irmã também estava espantada e o gnomo, que se virou para eles, ficou assustado.
O Roberto perguntou:
– Como te chamas?
E o gnomo respondeu:
– Que fazes quase dentro de minha casa?
– Desculpa! Não sabia que dentro de um cogumelo podia viver alguém!
– Eu não sou "alguém"! Sou um gnomo.
– A sério? Gnomos não existem!
– Existem, pois! E eu sou um, chamo-me Eduardo, sou cientista e tenho 50 anos! – Disse o gnomo. –Ah! A minha barba não é cinzenta, é branca, está assim por causa das poções que faço.
Ao Roberto parecia-lhe um velhote gordinho e sorridente, de barba grande, orelhas bicudas, olhos azuis brilhantes, nariz redondinho e bochechas rosadas, mas daí a acreditar em gnomos ... era outra história.
O gnomo perguntou:
– E tu quem és?
O Roberto respondeu:
– Sou o Roberto, um rapaz. Esta é minha irmã mais nova, Sara e este é o meu cão, Alfaiate.
O gnomo perguntou:
– Querem ver a minha casa?
E eles disseram:
– Sim, mas……como?
O gnomo disse:
– Eu fiz umas poções de encolher e crescer que ainda não experimentei e gostava. Experimentam?
Eles responderam:
– Sim. O Alfaiate também pode, certo?
O gnomo disse:
– Claro que sim, bebam.
Eles beberam e começaram e encolher.
Viram a casa do gnomo e ainda comeram alguns aperitivos.
Já eram 5 horas da tarde e eles tinham de regressar a casa. O gnomo deu-lhes a poção para crescer e eles voltaram ao seu tamanho normal.

O meu final para a história - João Carlos

Depois de o Alfaiate ter esquecido o esquilo, eles foram para casa ver as fotografias.
O Roberto achou-as tão fascinantes que no dia seguinte decidiu ir lá, de novo, visitar o cogumelo. Quando chegou lá, ouviu uns guinchos e pensou que era um rato, mas logo viu a porta a abrir-se lentamente.
Escondeu-se atrás de uma árvore para não assustar o que aparecesse. Alguém muito pequenino saía do cogumelo.
–  Estou a alucinar! –  disse o Roberto.
–  Não, não estás! – disse a pessoa pequenina que tinha saído do cogumelo.
– Ok! Estou mesmo a alucinar! Até, já ouço vozes.
Esfregou os olhos para ver se estava mesmo a alucinar, mas não estava. À sua frente, de braços cruzados e a olhar para ele, estava um gnomo.
– Quem és tu? – disse o menino.
– Sou um gnomo! – disse o gnomo.
– Mentira! Os gnomos não existem.
O gnomo, calmo como era, disse pausadamente:
– Tu não acreditas em gnomos?!
– Não! Não acredito. Porque eles não existem!
– Ouve! Eu sei que isto pode parecer uma loucura, mas é a verdade! – disse o gnomo.
O menino desconfiou mas deixou passar.
– Tens uma sorte! – disse ele.
– Porquê? – disse o gnomo.
– Gostava muito de ir a tua casa. Mas sou muito grande.
– Espera aqui, volto já! Já agora, ainda não nos apresentamos. Sou o Baltazar! E tu como te chamas?
– Eu, Roberto!
O gnomo foi à sua sala buscar uns pozinhos para encolher e fazer crescer e quando voltou, o gnomo fez encolher o Roberto e o Alfaiate.
Depois de ter visitado a casa do gnomo, o Roberto pediu para os voltar a pôr como eram pois eram já horas de regressar a casa
A partir daí eles tornaram-se bons amigos.

O meu final para a história - Joana

Uma vez que o Alfaiate voltou para o seu dono, o esquilo trepou bem alto numa árvore até achar que estava salvo.
Depois disso ficou a observar o cão Alfaiate e o menino que mostrava muita curiosidade em saber quem vivia no cogumelo misterioso.
E assim foi. Ao fim de algum tempo de espera o Roberto conseguiu ver o pequeno gnomo que lá vivia, e mais tarde, com ajuda do vento, o Alfaiate conseguiu recuperar o seu farrapito.
Assim sendo, uma vez que o esquilo tinha perdido o farrapito, seguiu a sua vida deixando o cão Alfaiate e o menino Roberto.

O meu final para a história - João Miguel

O Roberto e o Alfaiate foram para casa, ver as fotografias que tiraram ao cogumelo misterioso.
Depois, numa fotografia viu uma coisa pequenina e chamou a sua irmã mais nova. A sua irmã disse que parecia um gnomo, mas ele não acreditava em gnomos.
A irmã do Roberto disse:
- Amanhã vamos à floresta ver esse cogumelo misterioso.
Então eles lá foram, quando chegaram a porta do cogumelo estava a abrir-se e a irmã do Roberto disse:
- Olha ali um gnomo, Roberto!
O Roberto ficou espantado. Mas foram lá ver. O Roberto perguntou:
- És um gnomo?
- Sim, porquê?
- Porque eu não acredito em gnomos.
- Mas agora ficas a saber que os há.
E a partir desse dia o Roberto foi visitá-lo todos os dias.

O meu final para a história - David

O Roberto, com o seu cão Alfaiate, voltou para casa e mostrou as fotografias que tirou, ao pai, à mãe e à irmã.
Todos acharam muito estranho um cogumelo branco com uma portinha e uma chaminé a deitar fumo.
O Roberto quer voltar à floresta para perceber o que viu naquele dia.

O meu final para a história - Pedro

Depois desta distracção, o Roberto voltou para o cogumelo.
Pelo caminho, o seu cão Alfaiate magoou-se numa pata e enquanto o Roberto estava a socorrê-lo, o cão gania de dor.
De repente, ouviu-se uma vozinha muito suave que dizia: - Precisas de ajuda?
Quem está aí? - perguntou o Roberto, olhando em redor.
- Aqui em baixo. Aqui em baixo…
O Roberto olhou para o chão mas não viu nada. Apenas viu uma coisinha muito pequenina que achou muito estranha. Aproximou-se e disse:
- O que é isto?! - E ouviu:
- Não tenhas medo! Não mordo! Apenas sou um gnomo.
- Ai é?! - Perguntou o Roberto, que não acredita em gnomos, que tem a certeza que os gnomos não existem e disse:
- Gnomos não existem!
- Isso é tudo da tua cabeça! - Disse o gnomo.- Claro que existem. Se estás a ver um!
- Então um gnomo é assim pequenino?
- Claro que somos pequeninos. - Respondeu o gnomo, que acrescentou. - Por isso é que nunca me viste e eu já te vi muitas vezes na minha floresta. Mas... precisas de ajuda ou não?
Entretanto a dor na pata do Alfaiate já tinha acabado e ele já andava, por ali, a brincar.
Agora já não é preciso. Afirmou o Roberto.
O gnomo perguntou se queria visitar a casa dele.
- Sim, claro! Mas não sei como vou lá entrar. A tua casa é aquela cogumelo branco! Não é?
- Não te preocupes. Eu sou cientista e vou encolher-te com o meu pozinho mágico.
- Espera aí, falta o meu cão. Vou chamá-lo.
- Dá isto ao teu cão também e ambos ficam pequenos.
Os dois encolheram e seguiram o gnomo. Entraram na casa cogumelo e o Roberto ficou muito surpreendido com aquela casinha e com o laboratório do gnomo.
Depois o Roberto despediu-se e disse:
- Prometo que todos os dias venho visitar-te.
Foi deste modo que o Roberto passou a acreditar em gnomos.

O meu final para a história - Diana

Quando chegou a casa ele foi ver as fotografias que tirou ao cogumelo.
Numa fotografia,  viu uma coisinha pequenina e ele chamou a sua irmã que disse era um gnomo.
Para tirar isso a limpo eles foram até o sitio onde estava o cogumelo. Depois, o Roberto a sua irmã, a beira da portinha, viram um gnomo.
Os dois assustaram-se e o Roberto disse:
-Tu és um gnomo?
E o gnomo disse:
- Sou um gnomo sim!
E o Roberto agora acredita em gnomos e sempre vai visitá-los todos os dias.

O meu fim para a história - Simão Pedro

O Roberto ia para a floresta com o seu cão Alfaiate todos os dias para ver se estava alguém em casa. Claro... no cogumelo branco!
Um dia, quando espreitava pela portinha, viu alguém na cadeira de baloiço. Era um gnomo que estava a dormir e nem reparou que o Roberto estava a espreitar pela portinha.
Como o gnomo estava a dormir, o Roberto, em silêncio, gatinhou para longe.
Não acreditou que era um gnomo, voltou sorrateiramente mas chamou o Alfaiate e acordou o gnomo.
O gnomo veio ver e perguntou ao Roberto o que se passava. 
O Roberto perguntou se ele era um gnomo e o gnomo respondeu que sim, que era um gnomo. E assim o Roberto ficou a acreditar em gnomos.

O meu final para a história - Nuno

Curioso com o que tinha visto dentro do cogumelo, o Roberto voltou para trás com o Alfaiate e, ao aproximar-se, reparou que a portinha já estava fechada.
Pegou outra vez no pauzinho e abriu a porta.
Ao espreitar para dentro do cogumelo, reparou num gnomo que estava sentado na cadeira e perguntou-lhe:
- Tu és um gnomo?
- Claro!
- Mas és mesmo um gnomo?
- Sim! Sou mesmo um gnomo!
- Sabes que eu não acreditava na tua existência?
- Não acreditavas? Porquê?
- Porque nunca tinha visto ninguém como tu.
- E agora? Já acreditas?
- Olha que não é fácil! Sinto-me ... sei lá! Estranho, ou um pouco tolinho!
- Podes acreditar. Os gnomos existem. Normalmente não nos mostramos às pessoas, mas, já que me viste podes ser meu amigo.
- Queres um amigo? - Perguntou o Roberto.
- Claro que quero. amigos nunca são demais.
E desde então foram muito amigos.

O meu final para a história - André

Quando o Roberto chegou a casa foi logo contar o que tinha visto aos pais e à irmã. Perguntou à irmã se queria ir com ele e o Alfaiate à floresta no dia seguinte. A irmã do Roberto ficou excitada e começou a dizer que existiam gnomos. O Roberto disse-lhe para parar de dizer tolices, disse que não existem gnomos.
No dia seguinte, como prometido do Roberto, ele levou a irmã à floresta, para a beira do cogumelo branco ele deixou-a espreitar a casa. 
A pequena começou logo a dizer que era a casa de um gnomo e o Roberto disse que ela estava a inventar. Mas quando espreitou viu alguém, de costas para a porta, a trabalhar com frascos com formas e cores muito esquisitas. Era um gnomo que se virou naquele momento.
O Roberto perguntou-lhe se podia ver a casa e o gnomo, como estava a trabalhar num pozinho mágico para diminuir humanos, perguntou se podia testar o pó neles.
O Roberto e a irmã gostaram de ver a casa do gnomo e, a partir desse dia, o Roberto passou a acreditar em gnomos.

O meu final para a história - Patrícia

Depois da brincadeira entre o cão e o esquilo, o Roberto e o Afaiate regressaram ao sítio que eles achavam mais interessante, que era o cogumelo misterioso.
O Roberto mostrou ao Alfaiate o que tinha visto. E nesse momento, alguém abriu a porta não se sabia quem era.
Alguém muito pequenino estava a sair do cogumelo! Era um gnomo!
Mas o Roberto não acredita em gnomos.
A ele pareceu-lhe um ratinho pequenino.

O meu final para a história - Márcia

Entretanto o gnomo foi a sua casa, que é o cogumelo branco, viu a porta aberta e pensou que alguém tinha entrado lá dentro. Ficou preocupado!
O Roberto voltou ao cogumelo para descobrir o seu mistério, aproximou-se em silêncio profundo, espreitou a salinha e, na cadeira de baloiço, viu que um gnomo a dormir, mas o Roberto abaixou-se ainda mais para o gnomo não o ver e gatinhou, afastando-se.
O Roberto pensava que estava a sonhar mas aproximou-se novamente da portinha aberta e tirou uma fotografia ao gnomo.
O gnomo acordou, o Roberto fugiu.
E foi assim que o Roberto começou a acreditar em gnomos.

A minha ceia de Natal

O momento de que eu gostei mais foi a Noite de Natal.
Porque passei com os meus tios, com os meus irmãos e com os meus pais.
Quando chegou a hora de ir jantar eu comi bolinhos de bacalhau porque não gosto de bacalhau assado nem cozido.
Quando acabei de jantar já me apetecia abrir as prendas.
Mas quando chegou a hora de abrir as prendas eu fiquei muito ansioso. As prendas que eu recebi eram muito fixes. Recebi uma ps3, cinco jogos, uma camisola, um perfume, um volante, duas caixas de chocolates, seis pares de meias, um lencinho, dinheiro e um pijama.

O meu final para a história - Catarina

Depois, o Roberto e o Alfaiate voltaram para casa e mostraram à mãe as fotografias que tinham tirado ao cogumelo. Repararam que numa das fotos, à entrada da portinha havia uma coisa estranha. Parece que alguém deixou cair um chapeuzinho pequenino, vermelho e em forma de cone.
No dia seguinte, o Roberto, muito curioso, voltou à floresta e, ao chegar perto do cogumelo, aproximou-se muito devagar e em silêncio pegou num pauzinho e ia empurrar a portinha quando ela se abriu e, de dentro do cogumelo, apareceu um gnomo.
O Roberto ficou espantado e o gnomo ficou assustado. Os dois ficaram calados e quietos até que o Roberto perguntou:
- Quem és tu?
E o gnomo responde, ainda assustado:
- Um gnomo.
- Um gnomo? Mas os gnomos não existem!
- Existem sim! Eu sou um e como vês, estou aqui à tua frente.
A partir daí o Roberto começou a acreditar em gnomos e a visitar o novo amigo, todos os dias, depois da escola.

sábado, 22 de janeiro de 2011

O Carnaval


Hoje é dia de carnaval

É um dia de alegria.

Utiliza-se mascaras

A toda a energia.



No dia de Carnaval

Há muitas brincadeiras

Fazemos um grande festival

Sem muitas maluqueiras.



O palhaço Batatinhas

Faz rir as crianças

Ficam tão maluquinhas

No meio de muitas danças.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O menino que não acreditava em gnomos

Continuação (em trabalho)

Quando chegaram ao seu sítio preferido da floresta, à beira de um pinheiro muito alto, viram um cogumelo branco que tinha uma porta e uma chaminé de onde saia um fuminho claro.
O Roberto achou tudo muito estranho, pois nunca tinha visto um cogumelo a deitar fumo. Ficou curioso e logo quis saber o que era aquilo.
Com a sua máquina tirou uma fotografia ao cogumelo. E outra, e outra… e à portinha. Pegou num pequeno pauzinho do chão e empurrou a portinha misteriosa, que se abriu.
O Roberto abaixou-se até ao chão para espreitar pela portinha e viu uma salinha com uma lareira acesa e, em frente, uma cadeira de baloiço e, sobre ela, uma mantinha de lã.

Continua...
 (em trabalho)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Viriato

António Torrado conta assim "Uma história de Viriato", ilustrada por Cristina Malaquias em http://www.historiadodia.pt/

Frases

Quando o Roberto e o Alfaiate chegaram à floresta viram um gnomo que vivia num cogumelo branco.

O Roberto e o Alfaiate // chegaram à floresta. (frase declarativa)
Grupo Nominal                                                   Grupo Verbal

Às cinco horas da tarde, o Roberto e o Alfaiate chegaram à floresta.  - passado
Grupo Móvel                                       
Às cinco horas da tarde, o Roberto e o Alfaiate // chegarão à floresta.  - futuro

O menino que não acreditava em gnomos

De uma proposta de actividade do nosso livro de leitura, nasceu a ideia de fazer um texto narrativo que contasse com seres pequeninos (gnomos, doendes e ...)
Contámos com algumas ideias e propostas mas a turma decidiu que o texto andaria em torno de um menino que não acreditava em gnomos.
Assim definimos algumas características dos personagens.
Menino:
  • Não acredita em gnomos;
  • Vive numa aldeia à beira de um rio e de uma florestas, com os pais, uma irmã mais nova;
  • Chama-se Roberto, é simpático e tem um cão chamado Alfaiate (gosta de roer farrapos);
  • A mãe é costureira e o pai é lenhador.
  • Anda na escola mas gosta de passar muito tempo na floresta a ajudar o pai ou a brincar.
Gnomo:
  • É um velhote gordinho e sorridente, de barba grande e cinzenta, orelhas bicudas, olhos azuis brilhantes, nariz redondinho e bochechas rosadas;
  • É cientista/sábio que vive sozinho dentro de um cogumelo, na floresta, junto ao pinheiro mais alto.
 A partir destes personagens, começámos a estudar roteiros possíveis para a acção e alguns alunos escreveram textos que vão merecendo o nosso tempo, em revisão...

Como o seguinte (em trabalho)

Era uma vez um menino chamado Roberto que vivia numa aldeia, com os seus pais, com a sua irmã mais nova e com o seu cão chamado Alfaiate que o acompanhava sempre, quando saía para brincadeiras e aventuras. Deram-lhe esse nome porque ele adorava roer os farrapos que sobravam dos trabalhos de costura da mãe do Roberto.
Um dia, o Roberto foi para a floresta e, desta vez, levou a sua máquina fotográfica, para tirar algumas fotografias aos animais que encontrasse e, como sempre, o Alfaiate seguiu-o a brincar com um farrapito que levava da sala de costura.
Quando chegaram ao seu sítio preferido da floresta, à beira de um pinheiro muito alto, viram um cogumelo branco que tinha uma porta e uma chaminé de onde saia um fuminho claro.
... (continua)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

As cores

Verde é a cor da erva, da relva…
Amarelo é a cor da felicidade,
Azul é a cor das águas das piscinas,
Cinzento é a cor da lealdade.

Branco é a cor da paz,
Preto é a cor da tristeza.
Castanho é a cor dos macacos,
Roxo é a cor da gentileza.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Comunicar

Para comunicar, usamos linguagem.

Um EMISOR que pretende transmitir uma MENSAGEM a um RECEPTOR

escolhe um MEIO acessível e

um CÓDIGO que ambos conheçam

de uma LINGUAGEM que ambos dominem

MORSE??? ........................................................................se ambos a souberem!!!!

Conhecer o nosso passado (IV)

Conhecer o nosso passado (III)

Os nossos antepassados da idade da pedra deixaram marcas da sua existência em muito lugares e também nas rochas das margens do rio Coa.

sábado, 8 de janeiro de 2011

O dia de Reis


Hoje é dia de Reis
E festeja-se a cantar.
É um dia de alegria
Até ao ano voltar.

O dia de reis
É muito especial.
Trás muita felicidade
Pois é um dia oficial.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dia de Reis

Como hoje é Dia de Reis escrevemos algumas quadras de Cantares de Reis que os alunos recolheram em casa, junto dos seus familiares.

A Inês trouxe:

Ainda agora aqui cheguei,
Pus o pé nesta escada.
Logo o meu coração disse:
­- Aqui mora gente honrada.

Quem diremos nós que viva
No meio da salsa crua?
Viva lá esta família
Que alumia toda a rua.

e a Verónica:

Aqui estão os Reis à porta
Dispostos para cantar.
Se o senhor nos der licença
Nós o vamos começar.

Viva o patrão desta casa
Por mil anos e um dia
Deus queira que de hoje a um ano
Tenha a mesma alegria.

Mas não ficámos por aqui e tentámos escrever quadras inventadas com o mesmo sentido. O de serem quadras de Cantar de Reis. E assim:

Venho anunciar, a esta casa,
O nascer do Deus Menino.
O pobrezinho acordou
Com o som de um sininho.
João Carlos (revisão colectiva)

Neste santo dia de Reis
Todos vamos festejar
Nasceu o Deus Menino
Que acaba de acordar.
André (revisão colectiva)

Viemos cantar os Reis
E bom ano desejar.
Boas festas para todos!
P’ro ano vamos voltar.
Patrícia e Margarida (revisão colectiva)

(continua)

Conhecer o nosso passado (II)

Desde o aparecimento do homem que a Penísula Ibérica começou, lentamente, a ser ocupada por povos...



A IDADE DA PEDRA

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Como conhecer o nosso passado.

Todos nós temos memória!
É pela memória que podemos reconstituir factos que se passaram connosco, ontem... no Verão passado... quando entrámos para a escola...
Bom... alguns dos acontecimentos, já não conseguimos lembrar com grande certeza mas, para isso, existem registos escritos e outros documentos.
... A mãe tem um álbum de fotografias de quando eu era pequenino - diz o Francisco com vaidade. E acrescenta: - Até está lá escrito quando nasceu o meu primeiro dente!
... Eu ainda tenho a minha "chucha". - refere a Luísa - A minha mãe guardou-a. Está novinha! Eu não gostava!
São esses registos e objectos que fazem a nossa história individual. Pedem ser registados numa linha de tempo (friso cronológico) e por eles podemos conhecer muito de nós.
Também com os povos e com os países é assim: A sua história pode conhecer-se juntando e combinando memórias e resgistos, objectos e lugares.
Para cada momento da história parece sempre haver algo onde procurar informação mas...

Quanto mais afastado de nós for o tempo, facto ou acontecimento que queremos conhecer, mais dificil se torna o estudo e mais raros são os DOCUMENTOS que se encontram.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O melhor momento das minhas férias

As minhas férias de Natal foram muito divertidas, mas o momento de que eu gostei mais foi a noite de consoada.
O que recebi no Natal foi um pijama, um creme, uma camisola, um gorro e um cachecol da Hello Kitty, umas calças, uma saia, uma camisola, uma charpe, uma carteira, um saco e um guarda-chuva da Hanna Montana e um chinelos do quarto.
Comi batatas com bacalhau na ceia de Natal e no dia seguinte comi roupa-velha e assado.
Gostei muito do meu Natal.
Na Noite de Natal, eu estava ansioso que chegasse a hora de abrir os presentes.
De manhã acordei e perguntei à minha mãe se podia ir à minha madrinha, para brincar com os meus primos, e era na casa da minha madrinha que eu ia passar o Natal.
A minha mãe disse que sim e eu fui. Estive lá até à hora de almoço e voltei para casa apenas para almoçar.
Andei de um lado para o outro, mas é perto!!
À noite, quando eu voltei para a minha madrinha não comi bacalhau. Comi arroz de coelho.
No fim de comer fui abrir os presentes. Recebi uma PSP com um jogo incluido,  5 caixas de chocolate, umas luvas, uns chinelos e 2 livros: um de Geronimo Stilton e  A Floresta.

As minhas férias de Natal e de Ano Novo...

Passei o Natal na casa da minha avó, com os meus tios e com as minhas primas gémeas, a Matilde e a Mariana.
Comemos bacalhau e batatas cozidas; uma delicia!
À sobremesa, só doçaria: sonhos, gelatina, aletria, rabanadas, frutos secos e bastante mais.
Mas…falando do meu momento preferido…
Gostei muito, muito, quando a família se juntou e ainda mais quando chegou a hora de abrir os presentes.
Recebi um kit de fazer pulseiras, um livro com sete ou oito histórias, outro livro cujo o título é “Não Quero Crescer Mais”, um vestido, umas calças de ganga, um casaco de pêlo, outro casaco mas não de pêlo, uma camisola, uma caixa de chocolates, uma bicicleta shimano com 6 mudanças, uma caneca com o meu signo tampa e colher, umas botas cinzentas, um DVD da Barbie e a magia da moda, um cachecol, uma caixa com gel de banho, esfoliante, bálsamo e ainda há mais…
Adorei o meu Natal.