quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Pins de Natal

Os materiais são de recuperação :
  • Tampinhas de garrafas, em plástico;
  • Pedacinhos de papel (cartolina);
  • Cola e canetas de feltro (marcador ou borrona)
A técnica é simples: Recorte, pintura, colagem ... e o segredo está na CRIATIVIDADE de CADA UM.
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O Natal


Hoje é dia de Natal.
É quando nasce Jesus.
Ficamos todos felizes
A ver o pinheiro com luz.

A estrela do pinheiro
Está muito lá em cima.
Foi a mãe que a colocou,
Com ajuda da escadinha.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Natal em poema II

Hoje é noite de alegria,
Hoje é Noite de Natal.
Sem faltar a família
A animar como tal.
André

É a Noite de Natal.
Que bonito, que alegria!
Põe um cheiro de canela
Nos pratinhos d’ aletria.
Márcia

Natal é festa da família,
Reunida para jantar.
Lembram a vinda de Jesus,
No Natal que está a chegar.
Diana

Batatas com bacalhau
É menu de consoada.
Quem não gostar deste prato,
Bem fica sem comer nada.
Nuno

Já é chegado o Natal
E é tempo de alegria.
Haja amor, felicidade,
P’ra não acabar este dia!
Inês

Nesta manhã de Natal,
Vou abrir os meus presentes.
Este é o dia ideal,
P’ra ver crianças contentes!
Margarida

Chegou a Noite de Natal.
O pinheiro está a brilhar.
Neste dia especial,
Todos podemos brincar.
Verónica

Esta Noite de Natal
Deixa-nos, a todos, contentes.
Há um brilho especial
Nos desejos e presentes.
Simão Pedro

Bolas, fitas, muitas cores,
Com presentes a animar.
Pinheirinho e flores,
É Natal, vamos amar.
Joana

Neste Dia de Natal,
Ao procurar meu presente,
Vi no alto do pinheiro,
O brilho da estrela cadente.
Catarina

É Dia de Natal
E todos ficam felizes
Alguns ficam um pouco mais.
“O Natal é dos petizes!”
João Miguel

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Natal em poema

O Natal é uma festa
Da família reunida.
Com amor e alegria,
Se faz uma festa querida.
David Alexandre

Hoje é Noite de Natal.
Vamos todos festejar,
Com rabanadas e aletria,
Até a festa acabar.
João Carlos

Nesta ceia de Natal
A família, reunimos.
Para estarmos mais felizes,
Trocamos prendas e mimos.
Simão Vilaça

É Natal!... É Natal!
Gritam criancinhas
Que não podem esperar
Por suas prendinhas.
Pedro Coelho

O Natal está a chegar,
Alguém toca à campainha.
O Pai Natal vai entrar,
Vem trazer nossa prendinha.
Joana Patrícia

Feliz Natal

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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

D. João IV e Restauração

Cronologia real:

1640 - 1656
D. João IV "O Restaurador"
(19 Março 1604 V. Viçosa-6 Novembro 1656 Lisboa)Casou com Dona Luísa Francisca de Gusmão


Um grupo de fidalgos portugueses começou a conspirar quando o domínio espanhol em Portugal durava havia já 60 anos.
João Pinto Ribeiro era agente dos negócios do Duque de Bragança (D. João) e esteve presente na reunião de 12 de Outubro de 1640, onde foi decidido que Pedro de Mendonça teria o encargo de ir participar ao duque a resolução que se tomara de avançar com o golpe de estado. D. João acedeu, aconselhado por João Pinto Ribeiro, e autorizou D. Miguel de Almeida e Pedro de Mendonça a usarem o seu nome para convocar os conjurados.

Porquê D João?

D João (Duque de Bragança) era trineto de D Manuel I, por sua avó D. Catarina de Bragança (por isso, de sangue real e tão descendente de reis portugueses como o monarca espanhol que detinha o trono).

A casa de Bragança era uma família muito abastada e poderosa, mantinha coas relações com as casas reais europeias e descendia de um dos heróis da história de Portugal - D. Nuno Álvares Pereira

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Restauração da Independência


No dia 4 de Agosto de 1578 houve uma batalha em Alcácer Quibir, no norte de África, em que Portugal perdeu o seu rei.
Morreu o Rei D. Sebastião e Portugal ficou a mando de Espanha e foi governado por reis Espanhóis, Filipe I e a seguir subiu ao trono Filipe II depois Filipe III.
No dia 1 de Dezembro de 1640, alguns Portugueses revoltaram-se e conseguiram recuperar a independência de Portugal. D. João IV foi aclamado Rei de Portugal e iniciou-se, desse modo, a 4.ª dinastia.
Inês, Marta e Pedro

Depois do desaparecimento de D. Sebastião, Portugal foi governado por Espanha. Mais concretamente pelo rei D. Filipe Segundo, em Espanha que em Portugal era o primeiro. Seguiram-se Filipe II e Filipe III.
Os portugueses não gostaram de ser governados por outro país. Vários nobres começaram, em segredo, a planear um golpe de estado e no dia 1 de Dezembro de 1640 fizeram-no. Apresentaram-se quarenta homens (os Conjurados) que mataram o secretário da governadora, um português chamado Miguel de Vasconcelos. Foi atirado da janela fora porque era considerado um traidor Pátria. Antes do meio-dia, já uma multidão de populares gritava:
— Liberdade! Liberdade! Viva El-Rei D. João IV!
E Portugal voltou a ser um país independente.
David, João Carlos e Simão V.

O dia 1 de Dezembro é feriado. Comemora-se a Restauração da Independência que aconteceu em 1640.
Existia um Rei que era espanhol e os portugueses não se sentiam bem governados por ele. Era D. Filipe III, que sucedeu a Filipe I e Filipe II (seu avô e seu pai.
Os Portugueses queriam recuperar a independência perdida. Houve várias tentativas de revolução, só que nenhuma funcionou.
No ano de 1640, depois de 60 anos de domínio Filipino, várias pessoas fizeram em segredo um plano para um golpe de Estado. Eram quarenta, os Conjurados.
No dia 1 de Dezembro entraram de surpresa no palácio onde viviam os governadores. Prenderam Duquesa de Mântua e atiraram, pela janela, Miguel de Vasconcelos que eles odiavam porque consideraram que ele era um traidor. O assalto que foi às 9 horas da manhã e ao meio-dia já os revoltosos gritaram pela janela do palácio:
— Liberdade! Liberdade! Viva EL-REI D. João IV.
Toda a multidão aclamou a notícia na rua.
Portugal voltava a ser um país independente!
Diana, Joana e Patrícia

A 1 de Dezembro 1640 um grupo de portugueses (os Conjurados) revoltou-se e conseguiu recuperar a independência de Portugal. Concordaram que sábado, primeiro de Dezembro, juntassem às nove horas da manhã, junto ao Palácio da Governadora Espanhola para o assaltar.
Assim aconteceu. Prenderam a Duquesa, mataram Miguel de Vasconcelos e restauraram a independência de Portugal.
Diz-se que D. Miguel de Almeida, um dos conjurados, com a espada na mão gritava:
— Liberdade, portugueses! Viva El-Rei D. João, o Quarto!
Catarina, João M. e Márcia

A 1 de Dezembro de 1640, do século XVII, foi restaurada a independência de Portugal. Por isso o 1.º de Dezembro é feriado e comemoram-se esse acontecimento.
Com o desaparecimento de D. Sebastião na batalha de Alcácer Quibir, Portugal perdeu a independência e passou a ser governados pelos reis de Espanha.
Flávio, Nuno e Verónica

A 1 de Dezembro de 1640, um grupo de portugueses revoltou-se e conseguiu recuperar a independência de Portugal, que era governado pela coroa espanhola.
Entraram de roldão no palácio, prenderam toda a gente e atiraram, pela varanda fora, um homem chamado Miguel de Vasconcelos, porque achavam que ele era um traidor.
André, Margarida e Simão Pedro

D. Sebastião e a perda da independência

Cronologia real:
1481 - 1495
D. João II "O Príncipe Perfeito"

1495 - 1521
D. Manuel I "O Venturoso" ascendeu inesperadamente ao trono em 1495, em circunstâncias excepcionais, sucedendo ao seu primo direito, D João II.

1521 - 1557
D. João III "O Piedoso" - Filho do rei D. Manuel I, sucedeu-o em 1521, com 19 anos. Todos os seus dez filhos morreram durante o seu reinado e à sua morte sucedeu-lhe o neto

1557 - 1578
D. Sebastião I "O Desejado" - Neto do rei D. João III de quem herdou o trono com apenas três anos. A regência foi assegurada pela sua avó Catarina da Autria e pelo cardeal D. Henrique. Aos 14 anos assumiu a governação e pretendendo terminar com as ameaças às costas portuguesas e motivado a reviver as glórias do passado, decidiu a montar um esforço militar em Marrocos.


D. Sebastião perdeu a vida na Batalha de Alcácer Quibir, em 4 de agosto de 1578.
Como D Sebastião não tinha filhos gerou-se um problema se sucessão.

1578 - 1580
Cardeal D. Henrique I "O Casto" - Irmão de D. João III e, por isso, tio avô de D. Sebastião era o português mais próximo na linhagem real e foi coroado Rei de Portugal.

À sua morte, sete pretendentes disputavam a posse do reino mas aapenas cinco poderiam ser aceites:

  • Filipe II filho de Carlos V e da primogênita do rei D. Manuel I;
  • O Duque de Sabóia, também neto de D. Manuel, filho de D. Beatriz;
  • Dom António Prior do Crato, filho do infante D. Luís, e neto d mesmo rei D. Manuel;
  • Duque de Parma, neto, por parte de mãe, do infante D. Duarte e bisneto de D. Manuel;
  • D. Catarina de Bragança, filha do mesmo Infante D. Duarte. 
1580 - 1580
D. António Prior do Crato "O Determinado" - Foi aclamado rei mas não reinou,  exilou-se em Paris até morrer em 1595. 

Portugal perde a independência e o Rei de Espanha passa a ser também Rei de Portugal


Os reis espanhois eram representados em portugal por um governador ou vice-rei a quem cabia governar Portugal com as orientações do rei.
Margarida de Saboia (prima direita de Filipe III) ficou conhecida como Duquesa de Mântua e foi a última governante de portugal em nome da dinastia filipina.
1581 - 1598
D. Filipe II "O Prudente" (Filipe I de Portugal) 
1598 - 1621
D. Filipe III "O Pio" (Filipe II de Portugal)
1621 - 1640
D. Filipe IV "O Grande" (Filipe III de Portugal)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Cores

Preto e cinzento
São cores reservadas,
Quando se usa preto
São as cores acabadas.

Amarelo é cor alegre
Sol, estrelas a brilhar,
E no pátio da escola
Os meninos a saltar.

Aniversário

Hoje, o David faz anos.

É merecedor de um sorriso aberto em parabéns!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Uma estrela brilhante





Uma estrela do céu distante
veio ao meu quintal
visitar o pinheirinho
que enfeitei para o Natal.

E ela quis cá ficar
para sempre,
sempre a brilhar.

A Estrelinha Curiosa

Estamos a realizar experiências para participar no concurso dos poemas ilustrados (do nosso agrupamento) e então... começámos com

"A Estrelinha Curiosa" de M.ª Carolina Pereira Rosa



Já fizemos a nossa escolha (para este poema, claro) e os restantes trabalhos são estes...
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sábado, 20 de novembro de 2010

Declaração dos Direitos da Criança

Em 20 de Novembro de 1959,
a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) aprovou por unanimidade a Convensão dos Direitos da Criança, e compete vulgarmente à UNICEF que nenhum estado do mundo a desconsidere.
A CDC assenta em quatro grandes princípios:
  • Princípio da não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial – todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.
  • Princípio do interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que lhe digam respeito.
  • Princípio da sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.
  • Princípio da opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.

A  Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos mas é mais conhecida por ...
Declaração dos Direitos da Criança
que numa versão simplificada
surge vulgarmente redigida
com os seguintes dez artigos:
1- A criança deve ter condições para se desenvolver física, mental, moral, espiritual e socialmente, com liberdade e dignidade.
2- A criança tem direito a um nome e a uma nacionalidade, desde o seu nascimento.
3- A criança tem direito à alimentação, lazer, moradia e serviços médicos adequados.
4- A criança deve crescer amparada pelos pais e sob sua responsabilidade, num ambiente de afecto e de segurança.
5- A criança prejudicada física ou mentalmente deve receber tratamento, educação e cuidados especiais.
6- A criança tem direito a educação gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares.
7- A criança, em todas as circunstâncias, deve estar entre os primeiros a receber protecção e socorro.
8- A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono e exploração. Não deverá trabalhar antes de uma idade adequada.
9- As crianças devem ser protegidas contra prática de discriminação racial, religiosa, ou de qualquer carácter.
10- A criança deve ser educada num espírito de compreensão, tolerância, amizade, fraternidade e paz entre os povos.

A Convensão dos Direitos da Criança é o tratado mais ratificado da história. Só os EUA e a Somália ainda não o subscreveram. Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990 pelo Decreto do Presidente da República n.º 40/90.
Quando lemos a Lenda de S. Martinho, propus aos alunos que fizessem algumas quadras que completassem a história e, depois de revisão, algumas foram aprovadas pela turma.
São elas, as seguintes:

Brilhante armadura vestia
E a espada empunhava.
Os inimigos, varria
Do meio da sua estrada.
                                              (Inês)

Quem seria aquela figura
Que no caminho apareceu,
De repente, sem postura
E que logo o comoveu?
(Nuno)

Este grande cavaleiro
Que partilhou o seu manto
Pelo seu gesto de bondade
É considerado um santo.
(Márcia)

E fica assim recordado
O gesto de S. Martinho.
Que agora é festejado
Com castanhas e com vinho.
(Margarida)


E agora o que proponho aos leitores é a colocação destas quadras, no seu devido lugar, na Lenda de S. Martinho,

Torneio de "MATA"

Temos andandado a jogar o MATA.
Experimentámos e até fizemos um torneio entre clubes, e este foi o resultado.

Asinhas (Araras) * Ossinhos (Beaggles)
venceram os Ossinhos
Biquinhos (Araras) * Orelhinhas (Beaggles)
venceram os Biquinhos

Biquinhos (Araras) * Ossinhos (Beaggles)
venceram os Ossinhos
Asinhas (Araras) * Orelhinhas (Beaggles)
venceram os Orelhinhas


É assim a pontuação das equipas:

Ossinhos - 2 pontos
Orelhinhas - 1 ponto
Biquinhos - 1 Ponto
Asinhas - 0 pontos

Os BEAGGLES venceram o "Torneio de Mata do S. Martinho"

sábado, 13 de novembro de 2010

O Magusto

Dia onze de Novembro
É o dia de S.Martinho
Come-se a castanha assada
E mais o caldo verdinho.

É a onze de Novembro
O nosso grande magusto
No lume estoira a castanha
Mas ninguém apanha susto.

É dia de S.Martinho
É a festa da castanha
Em vez de chuva há sol
É Outono, ninguém estranha.

S. Martinho


Bem-vindo ao S. Martinho
com o dia feito de Verão,
sempre tudo é quentinho
e a brincadeira até mais não.

No Magusto há sempre uma poesia
feita com muita alegria,
essa alegria é muito carinhosa
e muito bondosa.

(João Miguel)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Magusto

Já chegou nosso magusto
Com castanhas jeitosinhas
Muito boas para comer
Mas só depois de assadinhas!

Em cartuchos de jornal
Lá se metem castanhinhas.
Muito contentes a festejar
Vão as nossas criancinhas.

Lá vão elas a correr,
No final da brincadeira,
Para enfarruscar a carinha
Com as cinzas da fogueira.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Magusto e S. Martinho

Depois de termos decidido fazer quadras de S. Martinho (ou de magusto), escrevemos no quadro uma série de palavras relacionadas com o tema e a partir das ideias de todos, tentámos aumentar essa lista com palavras relacionadas e que rimassem com as primeiras. Ficou uma lista bem grande, toda azul e vermelha (no quadro).
Depois passámos à fase seguinte. A partir dessas palavras e outras que foram aparecendo, criámos, individualmente uma quadra sobre o tema.
Desta vez, a revisão não foi colectiva. Foi feita com o professor.
Por fim, escrevemos as nossas quadras num cartão que decorámos a gosto e prendemos num cartucho de jornal onde foram metidas as castanhas assadas no magusto da escola.

Estes são os nossos versos:

Na escola há magusto
E há sempre diversão
Aos amigos prego um susto
Com a cara pintada de carvão.
André

Hoje é dia de S. Martinho
As crianças saltam a fogueira.
Comem-se castanhas assadas
Numa grande brincadeira.
Catarina

Neste dia de S. Martinho
O magusto vou festejar
As castanhas estão quentinhas
A festa vai começar.
David

Hoje é dia de s. Martinho
Vamos saltar a fogueira
Comer castanhas quentinhas
Divertir-nos à maneira.
Diana

As castanhas são tão quentes
Sobre a chama do carvão
E as crianças estão contentes
Neste dia, quase Verão.
Flávio

No Verão de S. Martinho
As crianças saltam à fogueira
E comem castanhas quentinhas
Em alegre brincadeira.
Inês

No magusto assamos castanhas
Acendemos uma fogueira
Assustamos as crianças
Com caras pintadas, na brincadeira.
Joana

No Verão de S. Martinho
Não pode faltar a fogueira,
Nem as castanhas assadas
E há sempre brincadeira.
João Carlos

Bem-vindo é S. Martinho
Com mais um dia de Verão.
Sempre tudo é quentinho,
Brincadeira até mais não!
João Miguel

É dia de S. Martinho
Dia da criançada brincar
Dia de comer castanhas
Depois de na fogueira as assar.
Márcia

Hoje é dia de magusto
As castanhas no jornal.
Pinto a cara ao meu amigo
E ele não leva a mal!
Margarida

No Verão de S. Martinho
A fogueira está a arder
E as castanhas quentinhas
São para a criançada comer.
Marta

No dia de S. Martinho
Faz-se uma fogueira sem carvão
Mas também é bem sujinho
O cartucho de cartão.
Nuno

Olha que é dia de magusto
E a fogueira vamos saltar
Vamos comer as castanhas
E depois, a cara pintar.
Patrícia

No magusto há brincadeira
E há crianças contentes
Porque saltam à fogueira
E comem castanhas quentes!
Pedro

No dia de S. Martinho
Está o sol a brilhar
E à volta da fogueira,
Estamos todos a brincar.
Simão Pedro

Hoje é dia de magusto
Existe uma fogueira
Eu preguei um susto
E fiz uma brincadeira.
Simão Vilaça

Hoje é o nosso magusto
E saltamos a fogueira
Comemos castanhas do cartucho
Em alegre brincadeira
Verónica
   

Lenda de S. Martinho


Num Outono que parecia
Mais Inverno começado
Um caminho percorria
Sozinho, certo soldado

Era um cavaleiro valente
Das tropas de Roma senhor
Que na França combatiam
Por mando do imperador

Regressava ao seu posto
Depois de ter visitado
E visto com os seus olhos
O que tinha conquistado.

Seu nome era Martinho
E é aqui recordado
Porque naquele caminho
Viu seu destino mudado.

Dentre sombras e arvoredo
Uma figura se levanta
Que interrompe o seu caminho
E o seu cavalo espanta.

Era um homem quase nu
Que tiritando, tombava
No chão gelado e cru
Que o cavalo pisava.

Apeou-se o cavaleiro
Com estranha ligeireza
Pegou a mão que tremia
De frio e de fraqueza.

Em silêncio, o pedinte
Apenas levanta o olhar
O cavaleiro ergue a espada
E com ela rasga o ar.

O ar… e a sua capa
Que, num gesto retirava
E agora, cortada a meio
Ao mendigo a entregava.

Mal o mendigo se cobriu
Com a capa do soldado
O céu cinzento se abriu
Ficou o sol revelado.

O frio desapareceu
Já não parecia Inverno
O mendigo agradeceu
Com agradecimento eterno.

Tão eterno que ainda hoje
Se vê com satisfação
Que antes de começar o Inverno
Há sempre uns dias de Verão

(Jorge Pimentel, 2005)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Plano de acção anti-sismo

(para a nossa turma)
  1. Não entres em pânico.
  2. Coloca-te debaixo da tua mesa e afasta a cadeira.
  3. Se és o mais próximo da porta, abre-a e sai.
  4. Sai da sala ao saberes que há condições de segurança (Caminho livre, escadas seguras, portas abertas).
  5. Concentra-te em lugar seguro (Afastado do edifício da escola, longe de postes e árvores - no campo de futebol ou junto à sala de música).

  6. Espera que o sismo termine e que existam condições de segurança para saíres.

Atenção:
  • Concentra-te no que fazes.
  • Obedece ao professor e responsáveis de segurança.
  • Ajuda os colegas com informação sobre as condições que encontrares.                      

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O dia do terramoto

Em jeito de introdução ao estudo das condições que garantem ou favorecem a segurança do nosso corpo, perante a ocorrência de catástrofes naturais como os sismos, lemos um pequeno texto (adaptado pela equipa do "Giroflé - Língua Portuguesa") da obra de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, “O dia do terramoto”, combinando a Lingua Portuguesa com o Estudo do Meio e História de Portugal.

Este texto é uma impressionante narração dos acontecimentos ocorridos em Lisboa, no dia 1 de Novembro de 1755, que nos faz adivinhar os horrores de uma calamidade assim.

Neste dia, grande parte da cidade de Lisboa foi destruída por um violento sismo (ou melhor, três: o primeiro foi às 9:40 da manhã e a este que foi o maior, seguiram-se mais dois, às 10 horas e ao meio-dia) e pelas consequências do mesmo, incêndios generalizados e e um maremoto (tsunami).

Terão morrido aproximadamente 30.000 pessoas, ruiu a maioria dos edifícios públicos de Lisboa e cerca de 12.000 habitações.
De vez em quando, vamos tendo conhecimento de sismos e maremotos como este, pelas notícias dos jornais e televisões, e isso mostra-nos como somos frágeis perante a violência de alguns acontecimentos naturais e imprevisíveis aos quais temos que estar atentos e perante os quais temos que saber actuar.

Para já ...
Fica a recomendação da leitura deste livro aos mais curiosos ("os + cuscos").

E também algumas sugestões de consulta:
http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Portugal&ID=807

Aniversário

Hoje, o João Miguel faz anos.

É merecedor de um sorriso aberto em parabéns!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A minha ida ao dentista

A minha ida ao dentista

Durante o fim-de-semana fui ao dentista porque reparei que me estava a nascer um dente por baixo de outro.
E fui ao dentista, e pelo caminho ia cheio de medo que ele me tirasse o dente. Cheguei à clínica do dentista e ele disse que ia só ver o dente.
O dentista colocou-me uma gaze com uma substância tipo spray e anestesiou-me a zona à beira do dente, por fim com o alicate especial tirou-me o dente, só ouvi alguns estalidos e também não me doeu nada. Agora gosto de ir ao dentista, pois sei que não é um “bicho papão”
Tratem bem dos vossos dentes.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

D. José I e o Marquês de Pombal

1750 - 1777
D. José I "O Reformador"


Foi durante o reinado de D. José I, no dia 1 de Novembro de 1755, que um violento terramoto destruiu parcialmente a cidade de Lisboa e outras zonas do país.
É então que  Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, que era o Ministo de D. José I, afirma o seu poder tomando as medidas correctas no momento certo, com vista à reconstrução de Lisboa e do país.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Outono colorido

Nas árvores, há folhas de tamanhos e formas muito diferentes e algumas delas fazem uma viagem a rodopiar lentamente, a baloiçar calmamente, como penas leves, com a brisa fresca. Mas quando o vento está forte, quando faz ventania, esvoaçam rapidamente até ao chão.
E o chão transforma-se num belo tapete colorido, com efeitos de cores amarela, laranja, castanha e vermelha. 
É Outono!
Mas, ao longo do tempo, este  tapete colorido vai-se fazendo e desfazendo, por causa do vento forte que arrasta as folhas para outros lugares, e as crianças muito contentes ajudam o vento nesta brincadeira.
As árvores ficam despidas. Com frio? Não. As árvores não sentem frio!
… (continua)


Composição colectiva, a partir do texto da Catarina e Patrícia

Aniversário

Hoje  a Márcia faz anos.


É merecedora de um sorriso aberto em parabéns