terça-feira, 17 de maio de 2011

Reciclar papel

Ontem, à minha escola veio uma senhora chamada Ana.
A Ana veio fazer uma experiência sobre a reciclagem. Essa experiência faz-se com papel que já não serve. A Ana pegou numa bacia com água e rasgou papel aos pedacinhos e colocou na água. Eu muito atenta, vi como se fazia. Passado algum tempo a Ana disse para fazer os pares.
Como os pares já estavam feitos nós também fomos fazer a experiência.
A experiência foi fácil e por isso gostei muito e também já sei reciclar papel.

A reciclagem

Nós no dia 16 de Maio, segunda-feira fizemos reciclagem de papel.
Se quiseres fazer como nós precisas do seguinte material: papel velho, bacia de plástico com água, duas molduras (uma com rede e outra sem rede), esponjas e de uma varinha mágica.
O procedimento é o seguinte:
1.º - Rasga-se o papel usado em pequenos pedaços.
2.º - Coloca-se na bacia com água morna durante algum tempo.
3.º - Utiliza-se a varinha mágica para desfazer totalmente o papel de forma a obter uma pasta. Se estiver espessa junta-lhe mais água.
4.º - Coloca-se a moldura sem rede por cima da moldura que tem rede mergulha-se na pasta mantendo-as unidas. Retira-se sempre na horizontal para que a água possa escorrer. Depois retira-se a moldura sem rede, vira-se a moldura com rede sobre uma folha de jornal.
5.º - Com a ajuda da esponja retira-se o máximo de água. Logo de seguida retira-se com de cuidado para separar a tua folha de papel reciclado.
6.º - Por último coloca-se a folha de papel a secar. E assim fica concluida a reciclagem.

A descoberta mágica

Naquele dia Matilde acordou mais cedo, abriu a janela e viu a cerejeira florida.
Achou muito estranho… Há muito, muito tempo que não via a cerejeira florida. Foi chamar a mãe e ela disse-lhe:
- Bem, Matilde! Hoje é um dia especial!
- Porquê? Porquê? – perguntou a menina entusiasmada.
- Descobre sozinha… - disse a mãe.
- Acho que já sei. É magia! – disse a menina
- Não. - respondeu a mãe – Vamos dar uma volta.
Quando saíram de casa, Matilde, ficava cada vez mais espantada ao ver aquele jardim magnífico, todo florido.
Andava ela de baloiço quando ouviu dizer:
“ Ontem era inverno e hoje…”
Matilde ficou a pensar. Quando chegou a casa da avó perguntou-lhe:
- Porque é que hoje é um dia especial?
- Não sei! – tentou enganar a avó – Vai ver ao calendário.
- Está bem. - disse a menina.
Quando regressou, depois de ter lido o calendário, gritou de contente:
- É 21 de Março!!!!
Finalmente percebeu porque tudo estava tão colorido.
Árvores e papoilas dançavam ao som de uma brisa suave .
- Como é lindo este acontecimento. É mágico! – diziam todos em conjunto.
- Descobriste sozinha, Matilde. E ainda viveste uma aventura. – disse a mãe orgulhosa da sua filha .
- E que tal comemorarmos este acontecimento? – sugeriu a avó.
- É uma óptima ideia! – responderam todos.
- E se lhe déssemos o nome de “21 de Março”? – questionou a Matilde.
Todos concordaram.
Assim todos os anos aquela família faz a festa do 21 de Março!!!!

A folha nova

Ontem, no dia 16 de Maio de 2011, tivemos uma visita na nossa escola. Veio uma senhora chamada Ana, para ensinar-nos como se transforma papel usado numa folha nova.
A Ana fez primeiro para nos mostrar como se faz.
E ela utilizou papel velho, um bocado de cartolina verde, uma bacia de plástico com água, duas molduras (uma com rede e outra sem rede), esponja e uma varinha mágica.
Depois a Ana começou a fazer.
Ela já tinha papeis usados e rasgados e pôs na bacia com água.
E os papeis ficaram amolecidos, pegou na varinha mágica para desfazer todo o papel de forma a obter uma espécie de pasta e colocou a moldura sem rede sobre a moldura com rede e mergulhou na pasta com as duas molduras sempre unidas.
Depois tirou as molduras na horizontal e escorreu alguma água e com a esponja retirou a água que ainda tinha.
Retirou a moldura sem rede e virou a moldura com rede sobre uma folha de jornal.
E retirou outra vez a água com a esponja.
Logo de seguida retirou a moldura com o máximo cuidado para a separar da folha de papel reciclado.
No fim colocou a folha de papel reciclado a secar.
A folha era verde.
E depois nós fizemos a mesma coisa.
Nós gostamos muito de fazer uma folha de papel reciclado.

Reciclar papel

No dia 16 de Maio de 2011 uma senhora chamada Ana veio à nossa escola.
Ensinou-nos a reciclar papel com que se pode construir convites, desenhos, postais e cartas.
Primeiro pegou em papelinhos e meteu dentro de um balde com água, depois pegou em bocadinhos de cartolina e juntou, para dar cor.
Para fazer uma maneira mais rápida a Doutora Ana pegou na varinha mágica e ralou os papeizinhos. Depois a Doutora Ana tinha uns quadros, um deles era uma peneira e o outro era uma moldura.
Então com esses quadros a Doutora Ana meteu os papeizinhos que ela ralou em cima da moldura e da peneira. Ai formou-se um papel, mas primeiro precisa-se de secar.

Separar os resíduos é importante!

A experiência do papel reciclado, que fizemos na nossa sala, mostra uma excelente maneira de poupar energia. Usando só a energia do nosso corpo, reciclámos papel - de papel velho fizemos papel novo (e colorido).
Devemos separar os resíduos nos ecopontos porque assim estamos a permitir uma nova reutilização aos materiais de que são feitas as embalagens.
Quando depositamos papel nos ecopontos e os senhores da reciclagem recolhem uma tonelada de papel, estamos a salvar cerca de 17 árvores do abate e a reduzir os gastos em energia pois não usamos motosserras, nem serras, nem trituradores de madeira.

Reciclar papel

Ontem à tarde, uma senhora chamada Ana veio à nossa escola e ensinou-nos a reciclar papel.
Para reciclar papel é preciso o seguinte material: papel usado, bacia de plástico, água, duas molduras (uma sem rede e outra com rede), esponjas e uma varinha mágica.
O procedimento é este:
Rasgas o papel, colocas o papel dentro da bacia com água durante algum tempo, utilizas a varinha para desfazer o papel e obter uma pasta, colocas a moldura sem rede por cima da moldura com rede e mergulha-las na pasta mantendo-as sempre unidas, retiras as molduras da pasta na horizontal para a água escorrer, depois tiras a moldura sem rede e viras para uma folha de jornal a moldura com rede, com a esponja retiras a água e depois retiras a moldura com cuidado para separar a folha de papel reciclado.
Por fim colocas a folha a secar, sobre uma folha de papel de jornal.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

25 de Abril

25 de Abril

Quem governava Portugal era Salazar. Essas pessoas que eram governadas pelo Salazar eram proibidas de falar mal da governação, não podiam voltar livremente e eram vigiadas constantemente. Vivia-se infeliz e com medo.

Finalmente em 1974, deu-se uma revolta popular. Um grupo de homens militares juntaram-se para derrubar o governo de Salazar. Os militares derrubaram o governo e atiraram-se cravos.

Acróstico á mãe

Fica-te bem o carinho.

Inscrito no coração.

Linda e querida mãe.

O teu amor é maravilhoso!

Mando-te um xi-coração amoroso

És fantástica e boa.

Ninguém é igual, a ti.

Amo-te, querida mãe, e não á toa

terça-feira, 10 de maio de 2011

Acróstico à mãe

Carinhosa sempre foste.
Amorosa és também
Reflexo de todo o amor que é o amor de mãe,
Linda engraçada como ninguém
Adoro-te muito querida mãe!

Acróstico à mãe

Carinhosa sempre foste.


Amorosa és também


Reflexo de todo o amor que é o amor de mãe,


Linda engraçada como ninguém


Adoro-te muito querida mãe!

Acróstico á mãe

Mãe, és especial!
Amiga,
Responsável,
Importante,
Amorosa.

As minhas férias de Páscoa

Passei a Páscoa em minha casa com os meus avós, pais e com o meu padrinho.
Foi muito divertido, porque ao almoço abrimos as prendas e jogámos alguns jogos.
À tarde fui passear com os meus tios e primos. Foi divertido, pois corremos, saltámos e brincámos muito.
Depois viemos embora, os meus primos foram para casa deles, e eu para a minha.
Cheguei e fui logo brincar. Depois fui lanchar e fiquei a conversar com os meus pais, avós e padrinho.
Adorei a minha Páscoa.

Dia de Páscoa

O meu dia de Páscoa foi giro. Eu comi amêndoas e muitos chocolates, e a minha mãe disse que eu ia ficar gorda, mas não fiquei gorda porque eu tinha muito cuidado. No dia 25 de Abril eu cai das escadas porque eu estava a olhar para o balão e caie fiquei com o joelho a sangrar e logo fui para casa e disse á minha mãe o que tinha acontecido e a minha mãe disse para eu não estar no balão. E fui ao parque dos patinhos coma minha irmã e encontrei, a minha amiga Patrícia. Eu e a minha mãe o meu pai e a minha irmã fomos a um restaurante.

Ai! Férias da Páscoa que bem que me sabem!

Sexta-feira dia 15 de Abril tinham começado as férias da Páscoa. Fomos ver um filme chamado: Gru o maldisposto, muito fixe.
No dia seguinte as minhas primas e o meu pai faziam anos, as minhas primas 3 anos e o meu pai 42. Saltando á frente, segunda-feira fui para a minha avó por isso não há muita coisa para dizer e terça, quarta, quinta e sexta também.
Sábado mais uma festa a minha prima Rita fazia 2 anos.
Segunda-feira nas férias desportivas de manhã fomos á piscina e á tarde tivemos oficinas de dança.
Terça-feira tivemos outra vez piscina de manhã e á tarde ginástica. Entretanto, quando cheguei ao a.t.l., não sei porquê, mas sentia-me mal.
Quando a minha mãe chegou eu disse-lhe como me sentia e em casa ela mediu-me a febre e sim! Estava definitivamente doente!
No dia seguinte fui ao médico. Felizmente ele disse de manhã, que iria estar boa para a Páscoa. Quinta-feira de manhã, por volta das 8:00h, chegou o meu pai e sexta-feira feira ao meio-dia chegaram os meus tios de Lisboa para passar cá a Páscoa. E a minha tia que tem uma loja trouxe-me uma camisola.
Sábado, ás 4:30h da tarde fomos a uma reunião e no domingo… PÁSCOAAAAAAA!
Da minha madrinha recebi umas sapatilhas prateadas, umas calças e uma blusa cor-de-rosa.
E o meu padrinho deu-me dinheiro.

Acróstico à Mãe

Isabel é o teu nome maravilhoso,
Sei que me adoras! Eu também!
A Mãe e a filha somos iguais!
Belas, carinhosas e muito mais
E também és teimosa mas eu sou muito mais.
Linda é a minha Mãe como não há igual!

Férias de Páscoa

Na primeira semana, em que eu estava na minha avó, fui com o meu avô para a ginástica e depois, quarta, quinta e sexta-feira fui para o centro de estudo da minha madrinha. Na segunda semana fui para a minha avó outra vez mas tive de estudar.
Na sexta-feira, quando eu acabei uma ficha que a minha mãe me propôs fui para a beira dela. Passado algum tempo os bombeiros tocaram a sirene a anunciar a morte de Jesus. No sábado fui andar de bicicleta com o meu pai e no domingo fui beijar a cruz a casa da minha outra avó. Na segunda fiquei em casa a ver o filme do 25 de Abril e a ajudar o meu pai a pôr a placa gráfica do computador fixo direita e a actualizar os programas.

Acróstico á minha mãe

Inteligente e amiga
Dedicas-me todo o teu tempo
Assim eu gosto de ti!
Levo-te para todo o lado
Inscrita no meu coração
Numa palavra pequenina
Adoro-te querida "MÃE"!

25 de Abril

Portugal passou por um longo período chamado ditadura.
António da Oliveira Salazar impõe esta ditadura desde que toma posse como Presidente do Conselho de ministros. Os portugueses vêem-se privados de liberdade de expressão.
As pessoas eram proibidas de falar mal do governo, não podiam votar livremente e eram vigiadas constantemente. Vivia-se com um medo constante.
Em 1974, finalmente, dá-se a revolta popular contra este
Tipo de atitude política. Um grupo de militares formaram o Movimento das Forças Armadas e organizaram-se para derrubar o governo.
Os militares derrubaram o governo com o apoio do povo.
Desfilaram pela cidade de Lisboa rodeados de inúmeros populares agradecidos e confiantes num futuro melhor.
A revolução de 25 de Abril chama-se “ Revolução dos cravos “ porque foi uma revolução muito pacífica, ou seja, não houve a utilização de armas, nem lutas, nem mortes.
Como os militares não usaram as suas armas, as pessoas começaram a colocar cravos nelas.

domingo, 8 de maio de 2011

Acróstico à minha mãe

Adoro-te, querida mãe!
Linda mãezinha fantástica.
E carinhosa como ninguém.
Xi-coração apertado.
Ato à tua volta.
Nada nos afastará.
Dizes coisas engraçadas.
Rio e sorriu contigo.
Amo-te muito, mãe!